“Ou somos tudo, ou somos nada. Meio termo cansa.
“Eu não tô triste, mas também não estou feliz. Tô com preguiça de apostar em algo novo, depois de ver tudo que era meu desandando. Tô sem paciência para construir algo, para depois ter de ver tudo desmoronar. Não dá mais, entende? Nem conseguir ficar triste, eu consigo. É só uma pontinha de solidão, de não ter ninguém para pegar na mão. Só isso. E passa, sempre passa.
“Eu guardei tantas coisas para mim, talvez isso tenha sido um erro. No entanto era preciso tomar decisões, fazer escolhas e no meio disso tudo eu escolhi você, pensar em como você estaria bem, escondi minhas lagrimas e criei sorrisos onde não havia felicidade, pois o seu sorriso era razão do meu. Seu bem estar era meu objetivo diário…Talvez você não saiba nada disso, mas foi minha escolha e hoje espero que você esteja sorrindo sempre, que esteja feliz, porque a sua felicidade é o mais importante.
“Mesmo assim, eu não esquecia dele. Em parte porque seria impossível esquecê-lo, em parte também, principalmente, porque não desejava isso. É verdade, eu o amava. Não com esse amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo e saber coisas de dentro dele. Era um amor diferente, quase assim feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.
“No amor, não existem pessoas certas. Existem pessoas que lutam para dar certo.
“E depois de uma briga por telefone você diz “Ok então, tchau”, espera por um “Não, calma. Desculpa.” e recebe um “Tu Tu Tu Tu”.
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Romantismo é só na TV mesmo. (via
promisse)
“Eu quero sair daqui, eu quero te encontrar pelas ruas, eu quero minha boca na sua, meu coração batendo rápido, minha vida ganhando sentido. Quero te amar mais do que posso.